March 2013
7 posts
Porque animais sempre são um bom motivo para melhorar nosso dia! E mesmo que nossa linda Zelda não esteja nessa lista, vocês ainda vão falar muitos “owwns” com os bichinhos mais fofos do Instagram:
- tunameltsmyheart: um cachorrinho muito especial e muito amado graças a Courtney Dasher. O que levou ele ser rejeitado com alguns meses de vida, derreteu muitos corações por esse mundo!

- darcytheflyinghedgehog: porque nós nos apaixonamos pela idéia de ter um mini porco espinho. E talvez Darcy tenha influenciado, não?

- thiswildidea: Theron Humphrey é o responsável por fotos de Maddie, sua parceira para todos os momentos e lugares - como podem conferir!

- tinnancamille: dupla brasileira no Instagram! Diário fotográfico do que essas duas fofuras andam fazendo. Pode deitar junto?

- buddyboowaggytails: é tamanha a fofura que ainda não decidimos se colocamos na estante ou abraçamos a la Felícia.

- andrewknapp: Momo é um collie que adora se esconder nas fotos de seu dono, Andrew Knapp. Can you find Momo?

- bebe_46: é só Bebe olhar com esses olhos verdes gigantes pra uma parte de você derreter. E abraçar. E esquecer de tudo…

Agora vai abraçar seu animalzinho, vai!
Independente de polêmicas, optamos por usar o Dia Internacional da Mulher como desculpa pra escolher nossas 7 musas inspiradoras - incluindo ou não girl crush!
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- Lena Dunham: achamos que a Lena é a melhor amiga que nunca conhecemos. Ela é a prova viva que sim, dá pra aceitar seu corpo acima do peso, dá pra fazer tudo acontecer e dá pra ser bonita com o cabelo curto. Sério - é sobre ela que as revistas adolescentes deveriam escrever.

- Audrey Hepburn: a atriz é nossa inspiração pelo jeito moleca. E fica a dica pro resto do mundo: gente, não se levem tão a sério!
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- Tavi Gevinson: a rainha indie do mundo das #modas, e ela tem apenas 16 anos. Já assistiu desfiles na 1ª fila e hoje publica sua revista independente pra garotas, a Rookie.
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- Cate Blanchett: porque a gente pretende envelhecer tipo ela. Talvez sem os vestidos Givenchy, mas com umas ruguinhas e um sorrisão.
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- Alison Mosshart: em turnê desde os 14 anos, Mosshart escreve e toca ao lado de caras incríveis como Jamie Hince, Jack White e Alex Turner. E ela repete roupa.
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- Karen Elson: ela é ruiva. E tem atitude de sobra - afinal, quantas mulheres que você conhece fizeram uma festa de divórcio com o ex-marido?
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- Miranda July: diferente de algumas mulheres que acreditam em abrir mão da feminilidade pra serem fortes, Miranda July continua delicadíssima. A garota é artista, diretora e roteirista - tudo com a mesma intensidade.
O Guilherme Itacarambi é apaixonado pelo trabalho da artista Tracey Emin. Tanto que ele mandou pra gente uma foto que fez durante a exposição dela aqui em SP! “É um trabalho em neon dela que tem essa frase, ‘Those who suffer love’, e só saiu luz, então escrevi com nanquim em cima”. A Polaroid você confere abaixo!

Gostou? Então não esquece de mandar sua imagem analógica pra gente aqui! O Gui também é um artista super talentoso e dá pra conferir mais do trabalho dele aqui e aqui. Segue lá!
February 2013
9 posts
Vamos culpar a TPM pelo nosso desejo quase suicida de assistir filmes de chorar. Seja por puro sentimentalismo ou histórias tocantes, seguem 7 títulos que nunca falham… Prepare a caixinha de Kleenex!
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- “Direito de Amar” (Tom Ford, 2009): Colin Firth interpreta um suicida em luto pelo amor perdido. E casais que não ficam juntos é sempre triste.
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- “Procura-se um amigo pro fim do mundo” (Lorene Scafaria, 2012): oficialmente não é um filme de chorar - afinal, tem o Steve Carell. Mas há algo no fim do mundo e em casais apaixonados…
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- “A Vida é Bela” (Roberto Benigni, 1997): “Buon giorno, principessa!”. Só essa frase já conquista nossos coraçõezinhos molengas. E Roberto Benigni é tão fofo e engraçadinho…
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- “Desejo e Reparação” (Joe Wright, 2007): novamente, casais apaixonados/que não ficam juntos. E aquele vestido verde da Keira Knightley também é de chorar - de inveja.
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- “A Sociedade dos Poetas Mortos” (Peter Weir, 1989): esse também não é um filme oficial de chorar, uma vez que é co-estrelado pelo Robbie Williams. Mas suicídio, juventude, brigas com os pais e lições de vida completam o pacote “vale-um-lencinho-aí”.
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- “Na Natureza Selvagem” (Sean Penn, 2007): admiramos Alex Supertramp com nosso coração inteiro. Principalmente pela coragem.
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- “Adeus, Primeiro Amor” (Mia Hansen-Løve, 2011): um filme indie sobre o 1º amor e como esquecê-lo. Por motivos pessoais, choramos. A culpa pode ser da trilha-sonora final, matadora: “The River”, do Johnny Flynn com Laura Marling.
Um dos nosso rolês preferidos com a Laura é passear pelo Bom Retiro. Isso porque ela conhece o bairro como ninguém, todo segredinho escondido naquelas ruas paralelas… A novidade dessa semana foi conhecer o Seok Joung, outro restaurante delícia especializado em comida coreana.

Laurinha preparando churrasco na mesa!
A gente foi de bulgogi, um churrasco coreano que mistura carne agridoce com cogumelos e vários acompanhamentos tradicionais, como panqueca de legumes, nabo e acelga picantes, batata ralada, salada de broto de feijão, sopa de soja com escarola e arroz. Ufa! Por R$ 80, o prato serve tranquilamente 3 pessoas com muita fome. Não adianta levar a amiga modelo, ok?

Quanto mais acompanhamentos, melhor
Seok Joung
R. Correia de Melo, 135, Bom Retiro, SP
(11) 3338-0737
Cinthia Alves, nossa fiel companheira de bar, também tem umas dicas ótimas de anime, sabia? Ou segundo ela mesma, é “uma listinha de quem não tem muito know how do assunto, mas gosta de ver uns animes nas horas vagas”. Confira os melhores abaixo!
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- One Piece: É a história envolvente e muito bem humorada de um grupo de piratas em uma jornada em busca do One Piece. Aquele anime que levo desde a infância e a história ainda não acabou! Obs.: ganhou a Melhor História em Quadrinhos de 2012 pela escolha dos leitores do Omelete.
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- Cowboy Bepop: Mais sério e bem americanizado. São caçadores de recompensa, cada um com a sua história obscura, em um mundo futurista. Muito bacana e um pouco mais complexo. Obs.: não assista se você está tentando parar de fumar, ele incentiva.
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- Sailor Moon: Momento “vamos salvar o mundo” com as amigas. Claro, com um homem todo misterioso, lindo e romântico que fez a gente acreditar que todos deveriam ser assim. Culpem a Serena!
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- Cavaleiros do Zodíaco: Quem nunca? (Nota das editoras: como explicar a crush no Shiryu?)
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- Sakura Card Captors: Está no coração de toda garota que quer salvar o mundo com roupas lindas <3
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- Zombie Loan: Caçadores de zumbis naquela escola que a gente está acostumado a ver nos animes. Vale a pena!
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- Dragon Ball: Demais! Sinto falta de todos aqueles dias esperando o próximo episódio passar na Globo. Quando chegava, muitos minutos com os personagens discutindo e contando os planos maquiavélicos antes de começar a luta, depois de uns cinco dias de conversa, finalmente chegava o momento de decidir. Não sei se hoje baixando tudo de uma vez seria tão legal, mas recomendo (um por semana para não perder a paciência).
E aí, curtiram? Pra quem quiser baixar, a Cinthia também deixou um site atualizado - aqui!
É ali no burburinho da Augusta (nem um pouco próximo da Vila Madalena!) que fica uma das delicinhas hippies de SP: o Café Urbe! (E ali, na mesma, rua, também fica o Gopala, restaurante indiano incrível - mas isso é outro post).

Com chás, sanduíches e sobremesas, o Café Urbe é perfeito praquelas tardes que, depois do cineminha, bate a vontade de estar no Rio… A cidade, aliás, é inspiração pra duas das bebidas mais gostosas do cardápio: Ipanema e Leblon, chás fresquinhos com laranja e ervas (1º) e limão e capim-santo (2º). Pra acompanhar, vá de bolo de mel!

Café Urbe
R. Antônio Carlos, 404, Consolação, SP
Informações:(11) 3262-3943
Carnaval: hora de cair na estrada! Chame os amigos, pule no carro (ou no ônibus, avião, Vespa, bicicleta etc.) e ligue o som. Bem alto, de preferência - a não ser que você esteja com fones de ouvido, porque né, faz mal e incomoda a pessoa ao lado. Aproveitem o feriadão com muita música <3
Nossa 1ª colaboradora do Lomo Day é a Nath (@nanaths)! Então vamos lá pra alegria analógica do dia…

Uma das primeiras experiências da Nath com a Fisheye de uma amiga. Elas acharam que não ia sair nada, mas não é que o arrasaram?

Lomografia é tentativa e erro. Nesse caso, ela conta que ia tirar foto da vitrine de um brechó com sua Diana Mini… A ideia era tirar foto da vitrine inteira, mas saiu assim, meio conceitual! E mesmo sem flash a foto ficou massa…

Olha o brechó da foto anterior na casinha rosa, ali! É uma das fotos preferidas dela, mas caiu atrás do scanner da empresa e ficou por lá - a máquina era muito pesada e ninguém quis pegar pra ela. Poxa!
E aí, curtiram? Não esquece que essa seção é colaborativa! Manda suas fotos pra gente aqui!
Volta às aulas: antes de cair em Bauman, Morin ou aquele cara do marketing que a gente não cita, merecemos fofuras também! De livros infantis a clássicos da literatura, confira nossa lista abaixo:
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- “O pequeno príncipe” (Antoine de Saint-Exupéry, 1943): o livro preferido de James Dean certamente habitou muitos MSNs da vida. Sério, atire a 1ª pedra quem nunca citou, em qualquer lugar, a épica “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
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- “Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela” (Werner Holzwarth, 2001): porque não nos levamos tão a sério assim. É um livro pop-up sobre a aventura de uma toupeira que quer descobrir que bicho cagou na cabeça dela. E bichos são fofos.
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- “Coraline” (Neil Gaiman, 2002): Gaiman é um gênio. E “Coraline” é fofo de um jeito meio Tim Burton, meio macabro, mesclando realidade e fantasia.
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- “O menino do dedo verde” (Maurice Druon, 1957): a gente chora só de pensar no final desse livro, mas não somos de spoiler. Portanto, leia.
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- “O apanhador no campo de centeio” (J. D. Salinger, 1951): 60 anos depois, Holden Caulfield continua encantando jovens no mundo inteiro. Afinal, teenage angst é um sentimento universal e Salinger a descreveu como ninguém.
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- “Onde vivem os monstros” (Maurice Sendak, 1963): porque nos lembra nossas próprias aventuras infantis. Tipo brincar de explorar o jardim ou transformar o beliche em máquina do tempo - e qualquer coincidência é mera semelhança.
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- “Longe é um lugar que não existe” (Richard Bach, 1978): distância é sempre triste. E, como um antigo professor de literatura disse, às vezes só os livros nos consolam. No caso de Bach, uma maneira superpoética pra lidar com pontos distintos…
January 2013
12 posts
Hoje é dia de tinta! Como vocês já devem saber, adoramos arte urbana (o Heron e o Conrado inclusive escreveram um texto ótimo sobre o assunto aqui) e pela prévia de ontem vocês já devem imaginar o que vem por aí. Graffiti! Ao contrário do que parece, não é um mundo só de homens, não - e as 5 meninas do Coletivo Efêmmera tão aí pra mostrar isso. Pedimos pra cada uma delas descrever seu dia-a-dia na hora de pintar. Confira abaixo!

Bela grafitando!
A Bela normalmente sai pra pintar com o lugar em mente. “Pode ser um muro que observei na volta do trabalho ou uma avenida que foi recentemente pintada pela prefeitura”, explica ela, contando também que gosta mais de pintar durante a noite. Ou seja: é importante usar roupas escuras e carregar pouca coisa! Agilidade conta muito, portanto ela separa somente as cores que vai usar e já deixa os pinos no bolso. Outro detalhe: “ter o desenho na cabeça e olhar muito bem o muro antes de pintar”. E ela explica porquê: “dessa forma, eu já sei qual deve ser o tamanho das letras e qual é a melhor forma de encaixá-las no espaço”. Anotaram?

O rolê da Aline é com escada!
Já a Aline gosta de pintar com escada. “Pintar em cima de uma escada é mais trabalhoso e demora um pouco mais do que fazer um bomb no chão, pois é preciso mudá-la de lugar toda hora”, conta ela sobre o processo. E depois de subir e descer tantas vezes, não dá pra esquecer de fotografar o trampo. “Pode ser que eu nunca mais passe por ali, ou se eu passar, pode ser que ele já não exista mais…”

Olha a Monique na ilha de edição!
Nem todo rolê é só de pintura… A Monique, por exemplo, é a videomaker do Coletivo. Mas ela já avisa que o perrengue é o mesmo do artista! “Busco pelo mesmo objetivo final, desfrutar ao máximo daquele dia. Mais do que qualquer coisa, é um dia de muita diversão”, completa ela, que sempre checa todo seu equipamento no dia anterior. Afinal, baterias, cartões de memória, lentes, tripé e câmera precisam estar tinindo…

Tabyta: lambe-lambe!
Ela conta que sempre quis fotos gigantes, tipo 2m x 3m. “Ainda vou realizar meu sonho, que é fazer uma lateral de prédio”, ri ela. Uma das lições da Tabyta foi nunca se apegar a nada que você coloca na rua. “Minha maior decepção foi colocar uma fotografia numa praça abandonada pela prefeitura e, após umas semanas, a praça foi reformada”, que já teve trabalhos de dias estragados e perdidos em minutos. “Só quem se dedica sabe como é constragedor passar por isso”, finaliza ela sobre o aprendizado.
Encher a mochila sem esquecer que é preciso conseguir carregá-la pelo resto do dia. Meninas se pintam para pintar. Nada muito pesado, mas um lápis de olho nunca falta. Hora de pegar o ônibus. De final de semana ele sempre demora um pouco mais. Encontro os amigos. Primeiro as novidades e as brincadeiras de sempre. Se não tiver muro, saímos a procura de um. Encontramos. Às vezes uma cerveja para começar, um refrigerante. Às vezes dá fome e a gente come algo com as mãos coloridas mesmo: anticorpos. Dividimos o muro. Um pedaço para cada. Riscamos nossos desenhos. Olhando assim, nem parece que vai sair nada. Mas sai. Colorimos e depois contornamos. Alguns mudam a ordem, pois não temos regras. Alguns carros de polícia passam e gostam, outros nem tanto e podem decidir parar. Com meninas a abordagem é mais amena, mas é bom não confiar muito nisso. Trabalho terminado. De preferência, que tenha um bar por perto para trocarmos as máquinas fotográficas e olharmos as melhores fotos do dia. As mão continuam sujas. Deixamos os copos do bar coloridos. Muitas pessoas não sabem o que andamos fazendo e olham meio atravessadas. Nossas roupas não estão muito elegantes e andam meio sujas de tinta. Deve ser por isso. Hora de ir para casa. Coragem para carregar a mochila, agora um pouco mais leve. Hora de desapegar do desenho, pois na rua não se sabe quanto vai durar. Agora ele não é mais meu: é nosso.” —Pankill, do Coletivo Efêmmera. A matéria completa você confere amanhã, aqui!
Aqui no WTF! a gente acredita em playlists. Especialmente pra melhorar o estado de espírito ao pensar que férias estão acabando… A não ser que você não seja mais estudante e tenha brigado com seu chefe, ficado preso no trânsito, etc. Dias ruins acontecem, mas podem ter uma trilha sonora boa <3